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10 Tendencias de mercado para 2019

O ano de 2018 ficou marcado pela alta em alguns tópicos do ambiente corporativo, como os serviços de cash back e o crowdfunding.

Como o mercado é flutuante, algumas tendências permanecem para o ano seguinte, outras se modificam e há aquelas que acabam desaparecendo ou sendo substituídas.

Em 2019, certamente novas ideias vão surgir e, se você quer saber quais são as principais delas, fique de olho nas linhas a seguir.

Abaixo, você encontra uma lista com as 10 maiores tendências de empreendedorismo para o ano que se aproxima.

1. Software as a Service – Software como Serviço
Reconhecidos pela sigla Saás, essa é uma tendência que surgiu com muita força nos últimos anos e deve se estabelecer ainda mais como um forte nicho de mercado em 2019.

Resumidamente, trata-se da comercialização de softwares acoplado aos serviços oferecidos por uma empresa.

Isso inclui toda a estrutura necessária para a perfeita utilização do programa, como a segurança dos dados, servidores e atualizações.

Normalmente, esse sistema se baseia no formato de assinaturas e exige a conexão com a internet para implementação da aplicação e comunicação entre clientes e prestadores de serviços.

Um exemplo muito famoso é a própria fundadora da indústria, a Sales force, que oferece, como principal produto, uma plataforma de CRM.

Fornecedora de grandes empresas ao redor do globo, alcançou grande sucesso ao implementar a cultura do customer success em seu processo de vendas.

Essa é, inclusive, a grande jogada nesse mercado para o ano seguinte: o foco no cliente.

E existem diversas outras possibilidades para investimentos no setor, como a automação de processos, aplicativos para dispositivos móveis e desenvolvimento de novos modelos de negócios.

2. Mercado da Experiência Única ao Usuário – Economia de Experiência
Embora tenha sido criado há quase 20 anos, o conceito da Economia da Experiência atrai ainda mais interesse nos dias atuais.

Segundo os especialistas em mercado da Universidade de Harvard Joseph Pine e James Gilmore, em artigo na Harvard Business Review, a grande prioridade das empresas deve ser a promoção e venda de experiências únicas e memoráveis.

Um exemplo citado por muitos professores de especialização em negócios é o da Coca-Cola.

Quando uma pessoa compra o produto, há um valor intangível agregado.

O líquido contido dentro da lata é importante, assim como seu sabor.

Mas a associação a bons momentos, desenvolvida ao longo dos anos, também faz parte da compra do cliente.

Por muitos anos, a empresa investiu nessa percepção, incorporando ao consumo ideias como prazer, prática de esportes, reuniões familiares, entre outras.

No meio digital, esse paradigma sofreu algumas mudanças.

A área de Experiência do Usuário (UX) tem o objetivo de proporcionar uma boa experiência para o usuário quando ele entra em contato com algum canal ou material relacionado à marca.

Nessa preocupação, entram sites, blogs, aplicativos móveis, ferramentas e atendimento ao consumidor.

E, é claro, cuidados com navegabilidade, usabilidade, funcionalidade e acessibilidade são primordiais.

Nesse cenário, fazer com que o internauta sinta-se à vontade, navegue com objetividade e não encontre “bugs” pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso de um negócio.

3. Aplicativos e Tecnologia Disruptiva
aplicativos e tecnologia disruptiva – tendencias de empreendedorismo
Tratamos de quebra de padrões.
Disrupção poderia ser classificado como o ato de romper uma cadeia.

Quando falamos sobre a tecnologia disruptiva, tratamos de quebra de padrões.

No ambiente de constante melhoramento tecnológico como o atual, é muito comum que pensemos que a progressão linear é o único caminho a ser seguido.

Mas transformar e modificar completamente os modelos de negócio, em um movimento que não segue a melhoria gradual, parece ser a tendência do momento.

Esse conceito é muito popular em cenários de inovação, principalmente no Vale do Silício.

Não é à toa que diversas startups que quebram modelos tradicionais surgem no local.

Inclusive, você provavelmente já adequou à sua rotina diversas tecnologias disruptivas.

E aqui estamos falando de Netflix e Spotify.

Antigamente, o mercado do entretenimento seguia parâmetros completamente distintos, até que essas empresas chegaram para mudar o segmento.

O mesmo aconteceu com a Uber no setor de transporte, a Nubank no ramo financeiro e a Airbnb na hotelaria.

Nesse caso, a curva de evolução não é gradual, e o ineditismo fez a diferença.

Um futuro promissor certamente aguarda a quem estabelece novos modelos de tecnologia e negócios.

4. Trabalhar e Fazer Gestão de Equipes Remotamente – Home Office
Hoje muito se fala sobre os novos modelos de gestão de equipes em trabalho remoto.

O chamado home office é uma tendência porque apresenta diversos benefícios, tanto para as empresas quanto para os colaboradores.

Trabalhar de casa é o sonho de muitas pessoas, o que pode ser alcançado sem maiores problemas diante das condições tecnológicas atuais.

Para a corporação, as vantagens são muitas.

Entre elas, estão o corte de gastos e o aumento da produtividade.

Nesse sentido, a adaptação a esse novo modelo é muito importante.

Ferramentas que facilitam a comunicação à distância, por exemplo, precisam ser exploradas.

No mesmo nível de importância, encontram-se as plataformas que avaliam o trabalho não pelo tempo, mas pela produção e alcance de metas de performance.

Muito disso atribui-se ao fato de que os millennials, geração que participa ativamente da revolução digital, está chegando a cargos mais relevantes na hierarquia de trabalho.

Uma pesquisa realizada por uma série de corporações, como Trello, Opinion Box e Rock Content, mostra que mais de 34% das empresas pretendem investir no sistema remoto.

O mesmo estudo ainda revela que o home office melhora a produtividade, qualidade de vida e diminui os custos do profissional.

5. Mercado de Marketing Interativo
mercado de marketing interativo – tendencias de empreendedorismo
O marketing interativo não se foca apenas na aquisição de clientes.
Outra tendência em franca expansão é o mercado de marketing interativo.

Esse sistema funciona de maneira algorítmica.

Ou seja, recolhe dados para aperfeiçoamento da própria estratégia.

Explicando de forma mais clara, essa ação de marketing visa a interagir com as pessoas e, diante das respostas adquiridas, formular novas ações e interações, de maneira cíclica.

Nesse caso, podemos estabelecer uma conexão infalível entre as ações de marketing e o relacionamento com o cliente, que também é beneficiado pela adequação às suas preferências.

O marketing interativo não se foca apenas na aquisição de clientes, mas também no desenvolvimento da chamada lealdade da marca.

Ou seja, é mais valioso e barato que um mesmo cliente compre vários produtos (já que concedeu a permissão para recolhimento de dados) do que captar novos consumidores.

Baseando-se nas informações recolhidas, o negócio deve adaptar-se às novas expectativas dos consumidores e realizar modificações no produto ao serviço para melhor atender àqueles que já são clientes.

6. A Internet das Coisas – “Internet of Things – IoT”
O conceito de internet das coisas é bem fácil de compreender: basicamente, trata-se da inserção da web em todos os objetos que nos rodeiam no cotidiano.

O que não falta na atualidade são iniciativas voltadas para o aumento do alcance da internet no mundo.

Grandes players da tecnologia, como Elon Musk (Tesla e SpaceX) e Mark Zuckerberg (Facebook) investem parte de seus recursos na criação de satélites para conectar todos os habitantes do planeta.

E, a julgar pelo desempenho dos dois em seus campos de atuação, terão sucesso nessa empreitada.

Hoje a internet já está presente na vida de 54,4% das pessoas, um número impressionante se considerarmos que há dez anos só atingia 17,2% da população.

O termo que se popularizou em inglês, Internet of Things (ou somente IoT), estabelece uma nova realidade para as conexões entre objetos que se conectam e se comunicam.

Pense bem: há pouco tempo você consideraria impossível a computação na nuvem, por exemplo.

Atualmente, já é possível tirar uma foto no celular que irá diretamente para o seu computador e ainda ficará armazenada, para sempre, em um sistema seguro, confiável, online e gratuito.

E até transferir dinheiro entre duas contas com a simples aproximação de dispositivos móveis.

Mas, é claro, a internet das coisas vai muito além disso.

O mesmo celular que tira foto, transmite para a nuvem e ainda paga contas também pode desligar as luzes da casa, programar o ar-condicionado, controlar a televisão, fazer compras online quando a geladeira alertar para a falta de frios…

E muito, muito mais.

Dispositivos vestíveis como smartwatches e óculos, videogames, eletrodomésticos, móveis, veículos e até mesmo construções já são conectados por meio da internet.

7. Serviços de Automação
Serviços de Automação – tendencias de empreendedorismo
Processos automatizados geram economia de tempo e recursos, elevando a um novo patamar a produtividade das empresas.
Não há dúvida de que a automação de processos se tornou um dos principais objetos de estudo de grandes empresas de tecnologia ao redor do mundo.

Apesar da preocupação da substituição da mão de obra humana em todos os setores, os cientistas contemporâneos defendem a tese de adaptação dos empregos tradicionais para novas atividades do mercado.

Processos automatizados geram economia de tempo e recursos, elevando a um novo patamar a produtividade das empresas.

No marketing, por exemplo, já são muitas as ferramentas utilizadas.

Chatbots estabelecem comunicação com clientes, plataformas enviam listas de e-mail, aplicativos criam relatórios para análise de dados.

Mas, é claro, a automação pode ser utilizada em qualquer nicho de mercado.

Essa tendência deve se tornar ainda mais forte nos próximos anos, já que ainda há muito trabalho operacional que pode ser acelerado.

8. Mercado de Segurança Digital
Mais uma vertente em crescimento que deve se expandir em 2019 é o mercado de segurança digital.

O novo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), na União Europeia, traz um novo panorama para o setor.

Ele entrou em vigor em 2018, e há uma enorme preocupação de diversas empresas para adaptação ao novo sistema.

Mesmo aquelas que não se localizam no território europeu podem ser prejudicadas caso recolham dados dos usuários residentes no continente.

Com as novas regras, é necessário prestar contas às instituições responsáveis.

Isso não apenas cria novos cargos, funções e equipes, mas impulsiona todas as atividades relacionadas.

9. Eventos ao Vivo
Tendência desde 2017, os eventos ao vivo devem se firmar como uma das maiores fontes de tráfego e consumo de dados em 2019.

Depois de passar por um período de adaptação e aceitação dos usuários, firma-se de vez como um modelo de conteúdo que veio para ficar.

Não é à toa que as transmissões ao vivo ganharam muito espaço em plataformas sociais de grande impacto, como o Facebook e o Instagram.

Nesse cenário, crescem também outros eventos digitais de streaming, como as transmissões por meio do YouTube e Peri scope, webinars e palestras.

Outro setor que também apresenta bons resultados com a utilização desse formato são os games, com aplicativos como Twitch, Hitbox e Azubu.

10. Realidade Virtual
realidade virtual – tendencias do empreendedorismo
Ao analisar as possibilidades de negócios, é importante pensar em todos os setores da economia que podem se beneficiar da realidade virtual.
Não há como negar que a Realidade Virtual (IR) terá uma participação muito mais ativa no ano de 2019.

O desenvolvimento das tecnologias facilitou o acesso aos recursos de imersão.

São diversos sistemas operacionais em expansão que chegam ao lar de cada vez mais consumidores dia após dia.

É claro que, por se tratar de um sistema de interação contínua e cada vez mais semelhante à realidade, prevê-se que rapidamente se tornará um utensílio muito comum.

As televisões, óculos e outros aparelhos eletrônicos já se preparam para receber as inovações.

Trata-se de uma área, portanto, que fervilha com novas propostas e startups.

Ao analisar as possibilidades de negócios, é importante pensar em todos os setores da economia que podem se beneficiar da realidade virtual.

Atenção: o investimento aqui pode não ser de curto prazo, já que a adoção da tecnologia ainda engatinha.

Conclusão
tendencia de empreendedorismo conclusão
Lembre-se de que a evolução tecnológica representa perdas apenas para quem não se encontra na vanguarda da inovação.
Neste artigo, você entrou em contato com as principais tendências que vão transformar o cenário do empreendedorismo no Brasil e no mundo.

Mais do que se fixar em uma ou outra ideia da lista, você deve abrir os olhos para uma visão mais ampla, que compreende uma realidade de conexão total, inteligência artificial e trabalho cada vez menos operacional e mais estratégico.

Por isso, se o seu negócio ainda se apoia em uma plataforma de sustentação baseada em esforços manuais, que podem ser acelerados pelo poder computacional, é hora de buscar alternativas.

Lembre-se de que a evolução tecnológica representa perdas apenas para quem não se encontra na vanguarda da inovação.

Se você estiver no pelotão da frente, vai passar voando pelas tendências de 2019 e decolar nos próximos anos.

E para isso, vale a pena conhecer o coaching.

Essa é uma metodologia de desenvolvimento pessoal que eleva o indivíduo a um novo patamar de autoconhecimento, liderança e inovação.

Com o coaching, você pode entender quais são suas maiores potencialidades e direcionar seu foco para o que realmente fará você crescer no longo prazo.

Gostou das dicas sobre as tendências do mercado e do empreendedorismo? Deixe um comentário.

fonte: https://www.sbcoaching.com.br revisado pela outpress

Tendencias Tecnológicas para 2016 – Impressão 3D –

Consultoria Gartnet aponta conceitos que afetarão os planos, os programas e as iniciativas das empresas a partir do próximo ano

O Gartner ligou sua bola de cristal e liberou previsões tecnológicas para 2016. A consultoria listou dez tendências que possuem potencial de influenciar significativamente as organizações em um horizonte de doze meses.

Fatores que denotam o impacto desses conceitos incluem a elevada possibilidade de interferência nos negócios, nos usuários finais ou na TI; a necessidade de grande investimento; ou o risco de ser tarde demais para adotá-lo. Na visão de analistas, essas tecnologias afetam os planos, os programas e as iniciativas das empresas em longo prazo.

As três primeiras apostas do Gartner abordam a fusão dos mundos físico e virtual e o surgimento da malha digital. “Enquanto as organizações se concentram nos mercados digitais, o negócio algorítmico está surgindo – e logo essas relações e interligações definirão o futuro dos negócios”, afirma.

De acordo com a consultoria, no mundo algorítmico, muitas coisas acontecem em um plano em que as pessoas não estão diretamente envolvidas. Isso é possibilitado por máquinas inteligentes, abordadas pelas três tendências seguintes.

As quatro últimas tendências apresentadas se referem à nova realidade de TI, com a arquitetura e a plataforma de tendências necessárias para apoiar os negócios digitais e algorítmico.

1. Malha de dispositivos – O termo ‘malha de dispositivos’ refere-se a um extenso conjunto de pontos utilizados para acessar aplicativos e informações ou para interagir com pessoas, redes sociais, governos e empresas. Ele inclui dispositivos móveis, wearables (tecnologias para vestir), aparelhos eletrônicos de consumo e domésticos, dispositivos automotivos e ambientais – tais como os sensores da Internet das Coisas (IoT).

“O foco está no usuário móvel, que é cercado por uma malha de dispositivos que se estende muito além dos meios tradicionais”, diz David Cearley, vice-presidente do Gartner. Segundo ele, embora os dispositivos estejam cada vez mais ligados a sistemas back-end por meio de diversas redes, eles muitas vezes operam isoladamente. Como a malha evolui, esperamos que surjam modelos de conexão para expandir e aprimorar a interação cooperativa entre os dispositivos.

2. Experiência ambiente-usuário – A malha de dispositivos estabelece a base para uma nova experiência de usuário contínua e de ambiente. Locais imersivos, que fornecem realidade virtual e aumentada, possuem potencial significativo, mas são apenas um aspecto da experiência. A vivência ambiente-usuário preserva a continuidade por meio das fronteiras da malha de dispositivos, tempo e espaço. A experiência flui regularmente em um conjunto de dispositivos de deslocamento e canais de interação, misturando ambiente físico, virtual e eletrônico, ao passo que o usuário se move de um lugar para outro.

“Projetar aplicativos móveis continua sendo um importante foco estratégico para a empresa. No entanto, o projeto objetiva fornecer uma experiência que flui e explora diferentes dispositivos, incluindo sensores da Internet das Coisas e objetos comuns, como automóveis, ou mesmo fábricas. Projetar essas experiências avançadas será um grande diferencial para fabricantes independentes de software (ISVs) e empresas similares até 2018”, afirma Cearley.

3. Impressão 3D – Os investimentos em impressão 3D (três dimensões) já possibilitaram o uso de uma ampla gama de materiais, incluindo ligas avançadas de níquel, fibra de carbono, vidro, tinta condutora, eletrônicos, materiais farmacêuticos e biológicos. Essas inovações estão impulsionando a demanda do usuário, e as aplicações práticas estão se expandindo para mais setores, incluindo o aeroespacial, médico, automotivo, de energia e militar. A crescente oferta de materiais conduzirá a uma taxa de crescimento anual de 64,1% em carregamentos de impressoras 3D empresariais até 2019. Esses avanços exigirão uma reformulação nos processos de linha de montagem e na cadeia de suprimentos.

“Ao longo dos próximos 20 anos, a impressão 3D terá uma expansão constante dos materiais que podem ser impressos, além do aprimoramento da velocidade com que os itens podem ser copiados e do surgimento de novos modelos para imprimir e montar peças”, estima o analista.

4. Informação de tudo – Tudo na malha digital produz, utiliza e transmite informação. Esses dados vão além da informação textual, de áudio e de vídeo, incluindo informações sensoriais e contextuais. O termo ‘informação de tudo’ aborda essa afluência com estratégias e tecnologias para conectar dados de todas essas diferentes fontes.

A informação sempre existiu em toda parte, mas muitas vezes isolada, incompleta, indisponível ou ininteligível. Os avanços nas ferramentas semânticas, como bancos de dados de gráfico e outras técnicas de análise de classificação e de informação emergente, trarão significado para o dilúvio, muitas vezes caótico, de informações.

5. Aprendizagem avançada de máquina – No aprendizado avançado de máquina, as Redes Neurais Profundas (DNN) movem-se além da computação clássica e da gestão da informação, criando sistemas que podem aprender a perceber o mundo de forma autônoma.

As múltiplas fontes de dados e a complexidade da informação tornam inviáveis e não rentáveis a classificação e a análise manual. As DNNs automatizam essas tarefas e possibilitam a abordagem de desafios-chave relacionados a tendências.

As DNNs são uma forma avançada de aprendizado de máquina particularmente aplicável a conjuntos de dados grandes e complexos, e fazem equipamentos inteligentes aparentarem ser ‘inteligentes’. Elas permitem que sistemas de hardware ou baseados em software aprendam por si mesmos todos os recursos em seu ambiente, desde os menores detalhes até grandes classes abstratas de conteúdo de varredura.

Essa área está evoluindo rapidamente, e as organizações devem avaliar como aplicar essas tecnologias para obter vantagem competitiva.

6. Agentes e equipamentos autônomos – O aprendizado de máquina dá origem a um espectro de implementações de equipamentos inteligentes – incluindo robôs, veículos, Assistentes Pessoais Virtuais (APV) e assessores inteligentes –, que atuam de forma autônoma ou, pelo menos, semiautônoma. Embora os avanços em máquinas inteligentes físicas, como robôs, chamem a atenção, elas, quando baseadas em software apresentam um retorno mais rápido e impacto mais amplo.

Assistentes Pessoais Virtuais como o Google Now, o Cortana da Microsoft e o Siri da Apple estão se tornando mais inteligentes e são precursores de agentes autônomos. O surgimento da noção de assistência alimenta a experiência usuário-ambiente, no qual um agente autônomo se torna a interface com o usuário principal. Em vez de interagir com menus, formulários e botões em um smartphone, o indivíduo fala com um aplicativo, que é realmente um agente inteligente.

“Ao longo dos próximos cinco anos evoluiremos para um mundo pós-aplicativos, com agentes inteligentes fornecendo ações e interfaces dinâmicas e contextuais. Os líderes de TI devem explorar como usar equipamentos e agentes autônomos para aumentar a atividade, permitindo que as pessoas façam apenas os trabalhos que humanos podem fazer. No entanto, eles devem reconhecer que agentes e equipamentos inteligentes são um fenômeno de longo prazo, que evoluirá continuamente e expandirá seus usos nos próximos 20 anos”, projeta o vice-presidente do Gartner.

7. Arquitetura de segurança adaptativa – As complexidades dos negócios digitais e a economia algorítmica, combinadas com uma ‘indústria hacker’ emergente, aumentam significativamente a superfície de ameaça às organizações. Basear-se no perímetro de defesa fundamentado em regras é pouco, especialmente pelo fato de que as empresas exploram muitos serviços baseados em nuvem e Interfaces de Programação de Aplicação (API) abertas para clientes e parceiros de integração com seus sistemas.

Os líderes de TI devem concentrar-se em detectar e responder às ameaças, assim como no bloqueio mais tradicional e em outras medidas para prevenir ataques. A autoproteção de aplicativos e a análise de comportamento de usuários e entidades ajudarão a cumprir a arquitetura de segurança adaptativa.

8. Arquitetura de sistema avançado – A malha digital e as máquinas inteligentes requerem demandas intensas de arquitetura de computação para torná-las viáveis para as organizações. Isso aciona um impulso em arquitetura neuromórfica ultraeficiente e de alta potência. Alimentada por matrizes de Portas Programáveis em Campo (FPGA) como tecnologia subjacente, ela possibilita ganhos significativos, como a execução em velocidades de mais de um teraflop com alta eficiência energética.

“Sistemas construídos em Unidades de Processamento Gráfico (GPU) e FPGAs funcionarão como cérebros humanos, particularmente adequados para serem aplicados à aprendizagem profunda e a outros algoritmos de correspondência de padrão usados pelas máquinas inteligentes. A arquitetura baseada em FPGA possibilitará uma maior distribuição de algoritmos em formatos menores, usando consideravelmente menos energia elétrica na malha de dispositivo e permitindo que as capacidades avançadas de aprendizado da máquina sejam proliferadas nos mais ínfimos pontos finais da Internet das Coisas, tais como residências, carros, relógios de pulso e até mesmo seres humanos”, afirma Cearley.

9. Aplicativo de rede e arquitetura de serviço – Designs monolíticos de aplicação linear, como arquitetura de três camadas, estão dando lugar a uma abordagem integrativa de acoplamento mais informal: aplicativos e serviços de arquitetura. Ativada por serviços de aplicativos definidos por software, essa nova abordagem permite desempenho, flexibilidade e agilidade como as da web.

A arquitetura de microsserviços é um padrão emergente para a criação de aplicações distribuídas, que suportam o fornecimento ágil e a implantação escalável tanto no local quanto na cloud. Contêineres estão emergindo como uma tecnologia essencial para permitir o desenvolvimento e a arquitetura de microsserviços ágeis. Levar elementos móveis e de IoT para a arquitetura de aplicativos cria um modelo abrangente para lidar com a escalabilidade em nuvem de back-end e a experiência de malha de dispositivos de front-end.

Equipes de aplicativos devem criar arquiteturas modernas para fornecer utilitários baseados em nuvem que sejam ágeis, flexíveis e dinâmicos, com experiências de usuário também ágeis, flexíveis e dinâmicas abrangendo a malha digital.

10. Plataformas de Internet das Coisas (IoT) – As plataformas de IoT complementam o aplicativo de rede e a arquitetura de serviço. Gerenciamento, segurança, integração e outras tecnologias e padrões da plataforma são um conjunto básico de competências para elementos de criação, gestão e fixação na Internet das Coisas.

Essas plataformas constituem o trabalho que a equipe de TI faz nos bastidores, de um ponto de vista arquitetônico e tecnológico, para tornar a IoT uma realidade. A Internet das Coisas é parte da malha digital, que inclui a experiência do usuário, e o ambiente do mundo emergente e dinâmico das plataformas é o que a torna possível.

“Qualquer empresa que adote a IoT precisará desenvolver uma estratégia de plataforma, porém abordagens incompletas de provedores concorrentes dificultarão sua implementação até 2018”, projeta Cearley.

Fonte: computerworld.com.br

9 ferramentas gratuitas que deixam o Windows muito melhor

Alguns recursos do Windows deixam a desejar. Veja como substituí-los por utilitários muito mais versáteis

O Windows está recheado de recursos, muitos deles excelentes, outros decepcionantes. Felizmente há alternativas gratuitas a muitos destes que são mais poderosas, mais eficientes e levam apenas alguns minutos para ser instaladas. pensando em você a Outpress garante os melhores produtos e serviços, e lhe mostrará  9 recursos do Windows que podem melhorar seu dia, e os programas gratuitos que você pode usar para substituí-los.

Busca

O sistema de busca do Windows 8 é rápido e bem integrado à Tela Iniciar. Ainda assim, não é perfeito: ele não consegue encontrar arquivos que não sejam executáveis ou documentos, por exemplo. Se você quer vasculhar cada arquivo em seu sistema, tem de usar a dolorosamente lenta ferramenta de busca do Explorador de Arquivos. Ou então usar o Everything.

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Everything

O Everything é um utilitário de busca indexada que permite buscar por praticamente qualquer arquivo em seu sistema, quase que instantaneamente. Basta digitar o nome de um arquivo e antes mesmo de terminar você provavelmente irá ver o que procura. Sim, é rápido assim. Fixe-o à barra de tarefas no desktop para tê-lo sempre à mão.

Cópia de arquivos

É irônico que uma das coisas mais simples que você pode fazer no Windows seja também uma das mais frustrantes. Copiar e transferir arquivos ficou melhor em versões recentes do Windows, mas as operações ainda podem levar um longo tempo, e erros de cópia são uma ótima forma de arruinar a tarde de alguém (especialmente se a tarde consistir em transferir e organizar uma grande quantidade de arquivos de um lugar ao outro).

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TeraCopy

Especialmente no Windows 7 ou versões anteriores do sistema, você deve instalar imediatamente o TeraCopy, um utilitário gratuito que acelera a cópia de arquivos e te protege de erros: ele simplesmente “pula” um arquivo com erro, em vez de abortar a transferência completa ou parar o processo enquanto tenta novamente.

Ele também permite pausar e continuar cópias a qualquer momento e, melhor ainda, se integra diretamente ao Explorador de Arquivos. Ou seja, depois de instalado você pode continuar arrastando e soltando arquivos como antes, e o TeraCopy faz o resto.

Screenshots

No Windows você pode capturar uma imagem da tela (screenshot) usando o atalho Alt+PrintScreen, mas se você faz isso com frequência, precisa de um utilitário dedicado.

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Greenshot

Há mais opções nessa categoria do que você imagina, mas recomendamos o Greenshot. Ele permite atribuir teclas de atalho a vários comandos (capturar a tela inteira, só uma janela ou só uma região da tela), e especificar o que irá acontecer com os screenshots. É possível abrir uma janela para que você indique onde serão salvos, retocá-los em um editor de imagens básico ou salvá-los automaticamente no HD usando o local e nome de sua escolha.

Gerenciador de Processos

O gerenciador de processos do Windows, que surge quando você tela Ctrl+Shift+Esc ou clica na aba Processos no Gerenciador de Tarefas, mostra quais programas e processos estão rodando e quantos recursos de sistema eles estão consumindo. No geral o gerenciador de processos padrão funciona bem, e foi substancialmente aprimorado no Windows 8, mas às vezes você pode precisar de “algo mais”.

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Process Explorer

Para esses casos há o Process Explorer, uma ferramenta avançada oferecida pela própria Microsoft para vasculhar a fundo os processos ativos. Eles são agrupados em uma conveniente estrutura em árvore, então é fácil ver, por exemplo, os 30 processos iniciados por seu navegador em um só lugar.

O Process Explorer também destaca os processos com cores diferentes, então mesmo de relance você pode ver quais pertencem aos seus programas e quais são processos do sistema. Ele também pode fazer buscas na internet para ajudá-lo a identificar processos misteriosos que estejam consumindo recursos do computador.

Bloco de Notas

Como um editor de texto puro, o Notepad é o tipo de programa que você imagina ser difícil de melhorar. Afinal, não é a simplicidade seu principal destaque? Se você quer mais recursos, porque não mudar para o Word ou Wordpad? Mas não é bem assim.

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Notepad++

O Notepad++ é um editor de texto puro que mantém a simplicidade do Notepad mas adiciona um punhado de novos recursos bastante úteis. Em particular uma interface personalizável que permite editar múltiplos arquivos de uma só vez e inclui até mesmo correção ortográfica. Alguns recursos são projetados especificamente para programadores, mas mesmo que você nunca os use, irá apreciar o programa.

Descompressão de arquivos

Às vezes você precisa lidar com arquivos comprimidos em um formato mais exótico que o bom e velho ZIP. O formato RAR, por exemplo, é o segundo mais comum e tem uma série de vantagens sobre o ZIP, mas sozinho o Windows não sabe lidar com ele. Para isso você precisará de um utilitário de compressão como o 7-Zip.

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7-Zip

O 7-Zip é um utilitário gratuito que pode abrir arquivos .zip, .rar e em praticamente qualquer outro formato comprimido. Você não pode usá-lo para criar arquivos RAR (para isso terá de usar o WinRAR, que é pago), mas pode criar arquivos .zip e .7z, um formato próprio do 7-Zip que oferece a melhor taxa de compressão entre todos. Se você precisa lidar constantemente com arquivos comprimidos, o 7-Zip é praticamente uma necessidade.

Media Player

Com a imensa variedade de formatos e codecs, você nunca sabe de qual programa precisará para tocar aquele arquivo que baixou. A única coisa da qual você pode ter certeza é que o Windows Media Player provavelmente não dará conta do recado.

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VLC

Para acabar com a adivinhação e ir direto ao que interessa, baixe o VLC. É um media player compacto que pode reproduzir praticamente qualquer formato de áudio e vídeo existente. Com ele você pode até mesmo reproduzir DVDs, um recurso que foi eliminado do Windows Media Player no Windows 8. Veja nosso artigo sobre o VLC para saber mais sobre seus recursos.

Edição de imagens

Abrir o Paint é como olhar para o passado: o utilitário é parte do Windows desde a versão 1.0, de 1985, e não mudou tanto assim desde então. Se você precisa editar imagens, por mais básicas que sejam suas necessidades, baixe um substituto já.

Para a maioria dos usuários o Paint.NET é uma excelente escolha. Tem todos os recursos que você espera de um editor de imagens moderno, como camadas, filtros e um histórico de operações, e tudo isso é integrado a uma interface agradável e organizada.

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Paint.NET

Se você precisa de recursos mais avançados experimente o GIMP, que também é gratuito e incrivelmente poderoso, embora sua interface mais complexa o torne menos amigável que o Paint.NET.

Audio

O gravador de áudio integrado ao Windows é um raro feito de minimalismo por parte da Microsoft: tem 25 pixels de altura e só um botão. Você não precisa ser um engenheiro de áudio para notar que ele deixa muito a desejar.

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Audacity

Se você precisa gravar e editar áudio, baixe o Audacity. Ele permite gravar múltiplos canais de uma só vez e então editar, cortar e mixar o resultado como você quiser. Não importa se você está gravando um podcast ou editando o áudio do recital de piano de seu filho, o Audacity é tudo o que você precisa, embora a interface possa parecer assustadora à primeira vista. Veja nosso guia para iniciantes para aprender o básico.

fonte: PcWorld

Não se Arrisque com Aventureiros

 

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A TechLoad  tem como filosofia atender as necessidades de conectividade do cliente de forma personalizada oferecendo soluções sob medida, buscando um padrão diferenciado de atendimento.

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A Techload tem seus negócios focados em:

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LikeStore Brasil , você já ciente sobre esse assunto?

 

 

O LikeStore, aplicativo de e-commerce para Facebook, já está disponível para usuários do Brasil. A ferramenta, lançada em junho, chegou ao País na terça-feira (09/08/2011) e permite que qualquer pessoa, física ou jurídica, crie sua loja virtual gratuitamente, utilizando suas redes de amigos e fãs para divulgar ofertas e realizar vendas sem que o comprador tenha que sair da rede social.

Segudo Dextra Sistemas, criadora do serviço, esse tipo de experiência, denominada de social commerce, deve movimentar US$ 1,2 bilhão até o final deste ano nos Estados Unidos. Em seu primeiro ano de operação no Brasil, a LikeStore espera realizar aproximadamente 150 mil transações, com ticket médio de R$ 120, gerando R$ 18 milhões em vendas na rede social.

Para Gabriel Borges, um dos fundadores da LikeStore, a aposta no social commerce no Brasil é segura, já que a população é uma das mais engajadas social e virtualmente. “O brasileiro é altamente sociável, no mundo real e também no mundo virtual. Para se ter uma ideia, enquanto um usuário de redes sociais no mundo tem, em média, 130 amigos, há estudos que mostram que no Brasil, temos em média 231”, ressalta em nota enviada à imprensa.

Segundo a empresa, a LikeStore é um serviço totalmente gratuito para quem está montando uma loja. Não existe taxa de ativação, tampouco mensalidade. A remuneração se dará apenas por um comissionamento pelo sucesso de vendas realizadas.

 

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